Política de Privacidade
Última atualização: 3 de novembro de 2026
Esta política explica como a Malva Dash trata dados pessoais: os de quem usa o painel e o aplicativo para iPhone e para Android, os dos visitantes e compradores das páginas dos nossos assinantes e os que recebemos da Meta (Facebook), do Google (Google Ads), do MGID e do Kwai Ads quando um assinante conecta as contas dele. Ela segue a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD, Lei nº 13.709/2018).
Quem somos
A Malva Dash (malvadash.com) é um produto de Team Eagles Ltda. (nome fantasia Paz Marketing Digital), CNPJ 57.674.802/0001-02, com sede na Av. João Sacavem, 01, Sala 301, Centro, Navegantes/SC, CEP 88370-438. Essa empresa é a controladora dos dados descritos como tais nesta política.
Para qualquer assunto de dados pessoais, o contato é privacidade@malvadash.com.
Encarregado pelo tratamento de dados
O encarregado (LGPD, art. 41) é Team Eagles Ltda., privacidade@malvadash.com. É por esse endereço que titulares e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) falam conosco.
Quando somos controladora e quando somos operadora
- Controladora: dos dados da conta de quem usa o painel ou o aplicativo da Malva Dash para iPhone ou para Android (nome, e-mail, acesso, aparelhos conectados) e dos registros de uso e segurança do serviço.
- Operadora: dos dados dos visitantes e compradores das páginas que cada assinante publica e mede com a Malva Dash (o Tracking). Quem decide sobre esses dados é o assinante, dono da página; nós tratamos em nome dele.
- Operadora, como provedora de tecnologia do assinante, nos dados da Meta: quando o assinante conecta um perfil do Facebook, as contas de anúncio e os portfólios empresariais dele, a Malva Dash trabalha para ele.
- Operadora, como provedora de tecnologia do assinante, nos dados do Google: quando o assinante conecta uma conta Google e as contas do Google Ads que ela alcança, a Malva Dash trabalha para ele, do mesmo jeito.
- Operadora, como provedora de tecnologia do assinante, nos dados do MGID: quando o assinante cola o token da API de uma conta do MGID, a Malva Dash trabalha para ele, do mesmo jeito.
- Operadora, como provedora de tecnologia do assinante, nos dados do Kwai Ads: quando o assinante cola a credencial de uma conta do Kwai Ads (o Client ID, a Secret Key e o refresh token), a Malva Dash trabalha para ele, do mesmo jeito.
Os dados recebidos da Meta são tratados em nome do assinante (Cliente) e segundo as instruções dele, nunca para finalidade própria da Malva Dash.
Os dados recebidos do Google também são tratados em nome do assinante e segundo as instruções dele, nunca para finalidade própria da Malva Dash.
Os dados recebidos do MGID também são tratados em nome do assinante e segundo as instruções dele, nunca para finalidade própria da Malva Dash.
Os dados recebidos do Kwai Ads também são tratados em nome do assinante e segundo as instruções dele, nunca para finalidade própria da Malva Dash.
Dados que tratamos
- Conta: nome, e-mail, telefone (o WhatsApp, pedido no cadastro), empresa (opcional), foto de perfil (opcional) e senha. A senha é guardada só como hash, nunca em texto. Quem entra com o Google nos passa o nome e o e-mail da conta Google.
- Uso e segurança: endereço IP, navegador, data e hora de acesso (inclusive o IP e o navegador de quem pede uma conta), e o histórico do que cada pessoa fez no espaço (quem publicou, quem alterou o quê).
- Aplicativo para iPhone: a sessão de cada aparelho guarda, como a do navegador, o endereço IP, a data e a hora de acesso e as versões do aplicativo e do iOS. Depois que você responde ao pedido de notificações do iPhone, guardamos também, junto dessa sessão, o token de notificação que a Apple dá ao aplicativo naquele aparelho, o modelo do iPhone e a sua resposta — com as notificações negadas, nenhum aviso é enviado a ele. Se você liga a Atividade ao Vivo de um projeto, guardamos também, junto da sessão, o token que a Apple dá a ela, até ela terminar. Detalhes em O aplicativo para iPhone e Android.
- Aplicativo para Android: a sessão de cada aparelho guarda o mesmo que a do iPhone, com a versão do Android no lugar da do iOS. Quando o aplicativo pode mostrar notificações (do Android 13 em diante, depois que você responde ao pedido; antes dele, elas já vêm permitidas), guardamos também, junto dessa sessão, o token de registro que o Firebase Cloud Messaging, do Google, dá ao aplicativo naquele aparelho, o modelo do aparelho e a sua resposta — com as notificações negadas, nenhum aviso é enviado a ele. A Atividade ao Vivo não existe no Android. Detalhes em O aplicativo para iPhone e Android.
- Origem de quem chega ao painel: de onde a pessoa veio — os parâmetros de campanha do link (como os UTM, os identificadores de clique de anúncio, como o fbclid e o gclid, e o identificador de visita que uma página publicada na Malva Dash passa adiante no link), o site que a trouxe (só o endereço principal, sem o caminho) e a página de entrada —, com data e hora, endereço IP, navegador, idioma, fuso horário, tamanho da tela e a localização aproximada pelo IP (o país e, quando disponível, estado, cidade e CEP). Tudo isso fica ligado a um identificador aleatório num cookie próprio do painel e a um identificador de navegador no formato usado pela Meta, gerado e guardado só por nós. Quando a pessoa pede uma conta, cria uma ou entra pela primeira vez, esse registro passa a ser ligado a ela.
- Indicações: quando alguém chega ao painel pelo link de indicação de uma pessoa, guardamos o clique (data e hora, endereço IP, navegador e o site de onde veio, só o endereço principal) e, se a conta for criada, quem indicou quem. Quem indica pode escrever uma chave Pix, que usamos só para pagar as comissões das indicações. Quem indicou vê apenas o nome de quem criou a conta pelo link dele e se essa pessoa assinou — nunca o e-mail nem o espaço.
- Página de pagamento (assinar pela landing): o e-mail e o celular (WhatsApp) que a pessoa digita, guardados assim que cada campo é preenchido, com o plano e o ciclo escolhidos — nada do cartão, que vai direto à Cakto. Servem só para mandar até dois lembretes por e-mail a quem não concluiu o pagamento (1 hora e 24 horas depois) e para medir em que passo da página as pessoas desistem (sem dado pessoal: só o passo, o plano e a forma de pagamento).
- Conteúdo do assinante: páginas, arquivos, domínios, funis e as configurações que ele cria.
- Tracking (como operadora): nos visitantes das páginas do assinante, um identificador aleatório guardado em cookie do próprio domínio dele e no armazenamento do navegador, o endereço IP (cortado, quando o projeto escolhe), o navegador, o tipo de aparelho e a cidade aproximada pelo IP, as páginas vistas e a origem da visita (como os parâmetros UTM e os identificadores de clique de anúncio, como o fbclid e o gclid); nos compradores, os dados do pedido que a plataforma de pagamento do assinante nos envia (como nome, e-mail, telefone, CPF, endereço, produto e valor).
- Dados da Meta: descritos na seção a seguir, permissão por permissão.
- Dados do Google: descritos logo depois, em Dados recebidos do Google, por permissão, escopo por escopo.
- Dados do MGID: descritos depois dos do Google, em Dados recebidos do MGID.
- Dados do Kwai Ads: descritos depois dos do MGID, em Dados recebidos do Kwai Ads.
Dados recebidos da Meta, por permissão
Quando um assinante conecta o perfil do Facebook dele à Malva Dash (pelo Login do Facebook para Empresas), a Meta nos entrega só o que ele autorizou. Cada permissão tem um uso visível no painel:
- public_profile — o identificador do perfil no nosso app e o nome, lidos só no momento da conexão, para mostrar qual perfil está conectado.
- ads_read — as contas de anúncio, campanhas, conjuntos, anúncios e criativos, com as métricas (impressões, alcance, cliques, gasto e conversões) e o histórico de alterações, para mostrar o desempenho na tela de Campanhas do projeto; e, de cada conta de anúncio, os dados cadastrais (nome e endereço da empresa que a registrou), o resumo da forma de pagamento (como a bandeira e o final do cartão), o saldo, o limite de gasto, o valor gasto e os pixels da conta, para mostrar a situação de cada conta em Integrações › Contas de anúncio.
- ads_management — pausar, ativar e mudar o orçamento de campanhas, conjuntos e anúncios e, pela função Subir campanhas, criar campanhas, conjuntos, criativos e anúncios na conta de anúncio, com as imagens e os vídeos que a pessoa escolhe na biblioteca do espaço. Só acontece quando uma pessoa do espaço clica para isso (criar, só quando ela confere o que vai ser criado e aperta Subir); a Malva Dash nunca altera campanhas, conjuntos ou anúncios sozinha, e o que a subida cria nasce pausado, a não ser que a pessoa escolha, na própria subida, ligar cada campanha quando ela terminar de subir. Para montar a subida, lemos da conta as páginas e as contas do Instagram que ela pode usar nos anúncios, as vagas de anúncio de cada página, os públicos personalizados (nome e tamanho aproximado) e o anunciante e o pagador já informados à Meta. Por enquanto, a criação só usa contas conectadas por token colado (abaixo), nunca o perfil conectado.
- business_management — os portfólios empresariais (Business Managers) liberados, com as contas de anúncio e as páginas de cada um, e as pessoas e os parceiros que têm acesso a cada conta de anúncio, para organizar as contas e vinculá-las ao projeto certo.
- pages_show_list — a lista das páginas do Facebook do perfil, por portfólio, mostrada na aba Perfis do Facebook.
- pages_read_engagement — o número de seguidores de cada página, mostrado na aba Perfis do Facebook, e o vídeo de anúncios de Reel ou publicação, buscado pela página para gerar a transcrição do áudio.
O token de acesso que a Meta entrega é guardado cifrado, nunca aparece na tela e só serve para essas chamadas. Não pedimos o e-mail do perfil e não lemos mensagens, amigos nem publicações pessoais; do Instagram, só o nome de usuário das contas que a conta de anúncio pode usar nos anúncios. Fora dos anúncios que uma pessoa do espaço sobe, não publicamos nada em nome de ninguém.
Token colado pelo assinante: o assinante também pode conectar contas de anúncio colando um token de acesso que ele mesmo gerou na Meta. Os dados lidos e o uso são os mesmos descritos acima para ads_read, ads_management e business_management; o token é guardado cifrado, e removê-lo em Integrações › Contas de anúncio (ou excluir o espaço) apaga o token. Pelo token colado, e só quando uma pessoa do espaço clica para isso, a Malva Dash também cria um catálogo de produtos num portfólio empresarial (Business Manager) e liga o pixel da conta a ele, e põe imagens e vídeos que a pessoa escolhe na biblioteca do espaço como produtos de um catálogo — com o nome, o preço, o link, a descrição e a marca que ela informa —, criando, se ela pedir, o conjunto de produtos com eles; isso usa as permissões de catálogo do token (catalog_management e business_management). Para isso, lemos os portfólios que o token alcança e os produtos do catálogo, com a situação da revisão da Meta.
Os dados recebidos da Meta também são compartilhados com os operadores da seção a seguir, só no que o serviço precisa: a Anthropic, quando o assinante pergunta ao assistente sobre campanhas e métricas; a OpenAI, com o áudio do vídeo de um anúncio, quando o assinante pede a transcrição; e a Apple, com o nome de um anúncio, de uma campanha ou de uma conta de anúncio no texto dos avisos que chegam ao iPhone de quem os ligou no aplicativo — e o Google, com o mesmo, no texto dos avisos que chegam ao Android, pelo Firebase Cloud Messaging.
O uso desses dados segue os Termos da Plataforma Meta. Para apagá-los, veja Exclusão de dados.
Dados recebidos do Google, por permissão
Quando um assinante conecta a conta Google dele à Malva Dash (em Tracking › Integrações › Google, pelo botão "Continuar com o Google"), o Google nos entrega só o que ele autorizou na tela de permissões do Google. Cada permissão (escopo) tem um uso visível no painel:
- openid e email — o identificador da conta Google e o e-mail dela, lidos no momento da conexão, para mostrar qual conta está conectada e reconhecer a mesma conta enquanto ela segue conectada. Saem daqui quando a conexão é desconectada.
- adwords (https://www.googleapis.com/auth/adwords, a Google Ads API) — ler as contas do Google Ads que a conta Google alcança, inclusive pelas contas de administrador, com o nome, a moeda, o fuso, a situação e a configuração de acompanhamento de conversões (como a marcação automática e o aceite dos termos de dados do cliente); as campanhas, os grupos de anúncios, os anúncios e os grupos de recursos da Performance Max, com a situação e os motivos dela (inclusive a reprovação de um anúncio), o orçamento e as métricas — impressões, cliques, gasto, conversões e vídeo —, por dia e por hora, com até um ano para trás quando a conta entra num projeto; as ações de conversão e o resumo das conversões que chegaram a elas; e, de uma visita que chegou por um anúncio do Google, de qual anúncio veio o clique (pelo gclid). É para mostrar o desempenho das campanhas ao lado das vendas medidas nas páginas do assinante, em Campanhas e em Integrações. Pelo mesmo escopo, a Malva Dash pausa e ativa campanhas, grupos de anúncios, anúncios e grupos de recursos, renomeia campanhas e grupos, muda o orçamento diário de uma campanha e cria na conta as ações de conversão "Malva · …" quando a pessoa clica em "Criar as ações que faltam". Isso só acontece quando uma pessoa do espaço manda — com um clique, ou por uma automação que alguém do espaço criou e ligou —; a Malva Dash não cria campanhas nem anúncios no Google Ads e não mexe em outras configurações da conta.
- datamanager (https://www.googleapis.com/auth/datamanager, a Data Manager API) — enviar ao Google Ads as conversões do próprio assinante que ele escolhe mandar pelo servidor, como as compras confirmadas pelo checkout dele e os leads das páginas dele, e o estorno de uma compra já enviada; e ler a situação de cada lote enviado, para mostrar se o Google o aceitou. Cada conversão leva o identificador do clique no anúncio do Google (gclid, gbraid ou wbraid; sem ele, a conversão não é enviada), o valor e a moeda, o código da venda, se a pessoa já tinha comprado antes, o navegador e o endereço IP da visita (o IP não vai quando a visita é do Espaço Econômico Europeu, do Reino Unido ou da Suíça) e o consentimento da pessoa, declarado em cada evento: a escolha do visitante, quando a página tem aviso de cookies, ou, sem ela, o padrão que o assinante escolheu no destino. Só quando o assinante liga os dados do cliente no destino e a conta do Google Ads dele aceitou os termos de dados do cliente, cada conversão leva também o e-mail, o telefone e o nome de quem comprou ou se cadastrou, normalizados e criptografados por hash SHA-256 antes de sair da Malva Dash (de mão única: o texto original não sai), com o país e o CEP, que o Google pede sem hash.
Não lemos o Gmail, o Drive, os contatos, a agenda, o YouTube nem qualquer outro dado da conta Google fora do Google Ads. Entrar no painel com o Google é uma autorização à parte, que só nos passa o nome e o e-mail da conta (veja Dados que tratamos).
O que não fazemos com os dados do Google: não vendemos, não usamos para publicidade própria nem para montar perfis de pessoas, não cruzamos com os dados de outro assinante e não usamos para treinar modelos de inteligência artificial, nossos ou de terceiros. Eles só servem às funções descritas acima, que o assinante vê e usa no painel.
O refresh token que o Google entrega é guardado cifrado, nunca aparece na tela e só serve para essas chamadas; o token de acesso que sai dele vale por pouco tempo e vive só na memória do servidor, nunca no banco. Só quem conectou e quem administra o espaço usam a conexão para escolher contas e destinos.
Quem da Malva Dash vê os dados do Google: Pessoas da equipe da Malva Dash só veem dados recebidos do Google quando o assinante pede suporte e autoriza, para segurança (investigar abuso ou falha) ou quando a lei exige.
Nos dados do Google, a Malva Dash trabalha para o assinante, como provedora de tecnologia dele, do mesmo jeito que nos dados da Meta (veja Quando somos controladora e quando somos operadora). Os dados recebidos do Google também são tratados em nome do assinante e segundo as instruções dele, nunca para finalidade própria da Malva Dash.
Os dados recebidos do Google só vão aos operadores de Com quem compartilhamos no que o serviço precisa: a hospedagem e a rede do serviço (Contabo e Cloudflare) e, quando o assinante pergunta à Malva AI sobre campanhas e métricas, a Anthropic, com a chave da Anthropic do próprio assinante. Nem a Malva Dash nem a Anthropic usam esses dados para treinar modelos: pelos termos comerciais da Anthropic, que valem para a chave do assinante, o que passa pela API não treina os modelos dela.
Malva Dash's use and transfer to any other app of information received from Google APIs will adhere to the Google API Services User Data Policy, including the Limited Use requirements.
Em português: o uso que a Malva Dash faz das informações recebidas das APIs do Google, e a transferência delas a qualquer outro aplicativo, seguem a Política de Dados do Usuário dos Serviços de API do Google, inclusive os requisitos de Uso Limitado.
Para desconectar a conta Google e apagar o que veio dela, veja Quanto tempo guardamos e como excluímos e Exclusão de dados.
Dados recebidos do MGID
Quando um assinante conecta uma conta do MGID à Malva Dash (em Tracking › Integrações › MGID, pelo botão "Conectar MGID", ou em Tracking › Integrações › Contas de anúncio › Conectar contas), ele cola o Client ID da conta e um token da API que ele mesmo gerou no painel do MGID e, se quiser, o Client API ID. O MGID não tem tela de permissões nem token só de leitura: o token da API dá acesso total à conta, para ler e para mudar. A Malva Dash usa esse acesso só para o que está abaixo, que o assinante vê e usa no painel:
- O que lemos: da conta, o número de campanhas e, com o Client API ID, o fuso e a moeda — é só para isso que ele serve (sem ele, o fuso é o que a pessoa informa e a moeda vem do primeiro relatório de gasto); as campanhas, com o nome, o tipo, a situação, a data de criação, os limites de gasto e a estratégia de lance; os anúncios (teasers), com o título, o texto, a imagem, a situação e o motivo de um bloqueio ou de uma reprovação; e os números — o gasto, os cliques, as impressões e as conversões e a receita que o MGID atribui, por teaser e por dia, e o gasto de cada campanha por hora —, com até 179 dias para trás quando a conta entra num projeto. São números somados por anúncio, sem dado de quem viu ou clicou. É para mostrar o desempenho das campanhas ao lado das vendas medidas nas páginas do assinante, em Campanhas, na Visão geral e em Integrações.
- O que guardamos da conexão: o token da API, cifrado — ele nunca aparece na tela nem volta ao painel; só os quatro últimos caracteres aparecem, para a pessoa reconhecer qual token está colado —, o Client ID, o Client API ID (quando informado), o fuso e a moeda da conta, o número de campanhas da última leitura, o apelido que a pessoa deu à conexão e quem a conectou. O token é aberto só na hora de cada chamada ao MGID e nunca vai a registro de atividade, aviso ou log. Só quem colou o token e quem administra o espaço usam a conexão para ligar a conta a projetos, trocar o token ou desconectar.
- O que fazemos com o token: pausar e ativar campanhas e teasers, mudar o limite diário em dinheiro de uma campanha e renomear campanhas. Isso só acontece quando uma pessoa do espaço manda — com um clique, ou por uma automação que alguém do espaço criou e ligou —; a Malva Dash não cria campanhas nem teasers no MGID, não muda lances nem o limite total e não mexe em outras configurações da conta.
Desconectar o MGID apaga o token: em Tracking › Integrações › MGID › Desconectar, a conexão sai da Malva Dash na hora, com o token. O MGID não deixa a Malva Dash revogar o token pela API: para que ele deixe de valer também no MGID, gere outro token no painel do MGID (Settings › API). O token também sai quando a pessoa que o colou deixa o espaço ou exclui a conta. Veja Quanto tempo guardamos e como excluímos.
A conexão de anúncios não é o envio de conversões ao MGID. O sensor do MGID nas páginas e o postback pelo servidor, que o assinante configura como destino do Tracking, levam o Client ID e o identificador do clique, nunca o token da API, e funcionam com ou sem a conexão (veja Com quem compartilhamos e Cookies).
O que não fazemos com os dados do MGID: não vendemos, não usamos para publicidade própria, não cruzamos com os dados de outro assinante e não usamos para treinar modelos de inteligência artificial. Eles só vão aos operadores de Com quem compartilhamos no que o serviço precisa: a hospedagem e a rede do serviço (Contabo e Cloudflare) e, quando o assinante pergunta à Malva AI sobre campanhas e métricas, a Anthropic, com a chave da Anthropic do próprio assinante.
Nos dados do MGID, a Malva Dash trabalha para o assinante, como provedora de tecnologia dele, do mesmo jeito que nos dados da Meta e do Google (veja Quando somos controladora e quando somos operadora). Os dados recebidos do MGID também são tratados em nome do assinante e segundo as instruções dele, nunca para finalidade própria da Malva Dash.
Dados recebidos do Kwai Ads
Quando um assinante conecta uma conta do Kwai Ads à Malva Dash (em Tracking › Integrações › Kwai ou em Tracking › Integrações › Contas de anúncio › Conectar contas), ele cola o Client ID, a Secret Key e o refresh token que o Kwai entregou a ele para a API de marketing do Kwai Ads (Marketing API) e, se quiser, o Corp ID ou o Agent ID. Essa credencial dá o acesso que o Kwai liberou para o app do assinante — com a escrita liberada, serve para ler e para mudar campanhas — e a Malva Dash não consegue restringi-la dentro do Kwai. A Malva Dash usa esse acesso só para o que está abaixo, que o assinante vê e usa no painel:
- O que lemos: da credencial, a lista das contas do Kwai Ads que ela alcança, com o número, o nome, a razão social e a moeda de cada uma — a Malva Dash só liga a um projeto as contas que a pessoa escolhe; as campanhas, com o nome, o objetivo, a estratégia de lance, o orçamento diário, a situação e a data de criação; os conjuntos de anúncios, com o nome, a situação, o orçamento diário, o lance, a situação da revisão e a data de criação; os anúncios (criativos), com o título, o texto, a capa e o endereço do vídeo, a situação, o motivo de uma reprovação e a data de criação; e os números — o gasto, as impressões, os cliques, as conversões que o Kwai conta e as visualizações do vídeo, por campanha, por conjunto e por anúncio, por dia e por hora —, com até 179 dias para trás quando a conta entra num projeto. São números somados por anúncio, sem dado de quem viu ou clicou. É para mostrar o desempenho das campanhas ao lado das vendas medidas nas páginas do assinante, em Campanhas, na Visão geral e em Integrações.
- O que guardamos da conexão: a credencial, cifrada — a Secret Key, o refresh token e o token de acesso, que a Malva Dash renova sozinha; nenhum deles aparece na tela nem volta ao painel —, o Client ID, o Corp ID ou o Agent ID (quando informado), a lista das contas que a credencial alcança, o apelido que a pessoa deu à conexão, quem a conectou e as datas da última leitura e da última renovação. A credencial é aberta só na hora de cada chamada ao Kwai e nunca vai a registro de atividade, aviso ou log. Para a equipe da Malva Dash conseguir consertar a integração, a conexão guarda também o formato do que o Kwai respondeu — nomes de campos, tipos e códigos —, nunca um valor, um número de conta ou uma credencial. Só quem colou a credencial e quem administra o espaço usam a conexão para ligar contas a projetos, trocar a credencial ou desconectar.
- O que fazemos com a credencial: ligar e desligar campanhas, conjuntos e anúncios, mudar o orçamento diário de uma campanha ou de um conjunto e mudar o lance de um conjunto. Isso só acontece quando uma pessoa do espaço manda — com um clique, ou por uma automação que alguém do espaço criou e ligou —; a Malva Dash não cria, não renomeia e não exclui campanhas, conjuntos nem anúncios no Kwai e não mexe em outras configurações da conta.
Desconectar o Kwai Ads apaga a credencial: em Tracking › Integrações › Kwai › Desconectar, a conexão sai da Malva Dash na hora, com a Secret Key, o refresh token e o token de acesso. O Kwai não deixa a Malva Dash revogar a credencial pela API: para encerrar a autorização também no Kwai, peça ao seu contato no Kwai. A credencial também sai quando a pessoa que a colou deixa o espaço ou exclui a conta. Veja Quanto tempo guardamos e como excluímos.
A conexão de anúncios não é o envio de conversões ao Kwai. O Pixel do Kwai nas páginas e a Events API pelo servidor, que o assinante configura à parte como destino do Tracking, usam o número do Pixel, o token da Events API e o identificador do clique, nunca a credencial do Kwai Ads, e funcionam com ou sem a conexão (veja Com quem compartilhamos e Cookies).
O que não fazemos com os dados do Kwai Ads: não vendemos, não usamos para publicidade própria, não cruzamos com os dados de outro assinante e não usamos para treinar modelos de inteligência artificial. Eles só vão aos operadores de Com quem compartilhamos no que o serviço precisa: a hospedagem e a rede do serviço (Contabo e Cloudflare) e, quando o assinante pergunta à Malva AI sobre campanhas e métricas, a Anthropic, com a chave da Anthropic do próprio assinante.
Nos dados do Kwai Ads, a Malva Dash trabalha para o assinante, como provedora de tecnologia dele, do mesmo jeito que nos dados da Meta, do Google e do MGID (veja Quando somos controladora e quando somos operadora). Os dados recebidos do Kwai Ads também são tratados em nome do assinante e segundo as instruções dele, nunca para finalidade própria da Malva Dash.
Para que usamos os dados
- Prestar o serviço contratado: publicar as páginas, medir visitas e vendas, mostrar as campanhas, executar os cliques de pausar e de orçamento e subir as campanhas que o assinante pede (LGPD, art. 7º, V: execução de contrato).
- Enviar ao iPhone de quem permitiu as notificações no aplicativo (e ao Android, do mesmo jeito) os avisos que a pessoa ligou — vendas, anúncios, metas e alertas, os mesmos do painel (art. 7º, V: execução de contrato).
- Manter o serviço seguro, evitar fraude e abuso e investigar incidentes (art. 7º, IX: legítimo interesse).
- Cumprir obrigações legais, como guardar os registros de acesso pelo prazo do Marco Civil da Internet (art. 7º, II).
- Falar com quem usa o painel sobre a conta, avisos do serviço e suporte.
- Lembrar, por e-mail, quem começou a assinar na página de pagamento e não concluiu (no máximo dois lembretes), e saber em que passo da página as pessoas desistem (art. 7º, IX: legítimo interesse).
- Saber quais divulgações da própria Malva Dash trazem quem pede uma conta e quem vira assinante, pela origem de quem chega ao painel (art. 7º, IX: legítimo interesse). Hoje essa origem não é enviada a ninguém; se um dia for enviada a plataformas de anúncio para medir as nossas campanhas, esta política muda antes.
- Melhorar a Malva AI: classificar, sem dado pessoal, as respostas que as pessoas avaliaram mal, as que disseram não conseguir e as que falharam, para achar os problemas que se repetem e consertá-los para todos (art. 7º, IX: legítimo interesse). O que vai à Anthropic para isso está em Com quem compartilhamos, e cada espaço sai em Ajustes › Assistente.
O que não fazemos: não vendemos dados, não usamos os dados dos assinantes nem os dos visitantes das páginas deles para publicidade própria, não cruzamos dados de um assinante com os de outro e não usamos os dados dos assinantes para treinar modelos de inteligência artificial.
Com quem compartilhamos: operadores e países
Para funcionar, a Malva Dash usa estes fornecedores, que tratam dados só para nos prestar o serviço:
- Contabo — França (União Europeia): hospedagem do servidor, gerenciado com o EasyPanel, onde ficam o banco de dados, a aplicação e as cópias de segurança.
- Cloudflare — global: rede de entrega, proteção contra ataques, certificados HTTPS e armazenamento dos arquivos da biblioteca.
- OpenAI — Estados Unidos: transcrição do áudio dos vídeos de anúncio recebidos da Meta, quando o assinante pede.
- Anthropic — Estados Unidos: o assistente Malva AI, que roda sempre com a chave da Anthropic do próprio assinante. Recebe o que a pessoa escreve e o que o assistente precisa ler para responder, o que pode incluir as métricas e campanhas recebidas da Meta, do Google, do MGID e do Kwai Ads, os números do Tracking, o conteúdo das páginas e, nos Webinários, a configuração, os números e o texto do que as pessoas escreveram no chat da sala, com o e-mail, o telefone e o nome mascarados. Com as Análises com código ligadas (é o padrão; o assinante desliga em Ajustes › Assistente), a Anthropic também executa, num ambiente isolado dela, os cálculos em Python que a Malva AI escreve sobre os números que leu. Para melhorar a Malva AI, a Malva Dash também envia à Anthropic, com uma chave da própria Malva Dash (nunca a do assinante) e só para classificar o problema, o pedido, a resposta e o comentário das respostas que a pessoa avaliou mal, das que disseram não conseguir e das que falharam, limpos ANTES de sair do servidor: os nomes das pessoas que o espaço tem cadastradas (equipe, compradores, leads do quiz e dos webinários e contrapartes), os nomes de pessoa mais comuns no Brasil (em qualquer grafia) e os demais escritos com inicial maiúscula, o nome do espaço, de projetos, domínios, contas, campanhas, produtos, páginas e funis, e-mails, telefones, CPF e CNPJ, números de cartão, links, IPs, valores em dinheiro e números de três dígitos ou mais viram marcadores, como [pessoa] e [valor]. Um nome pouco comum, escrito todo em minúscula e que o espaço não tem cadastrado, pode passar pela limpeza. Nesse envio nunca vão os resultados das ferramentas, os dados das tabelas e dos gráficos, os anexos, as instruções do assistente nem o histórico da conversa. Todo espaço entra, e o assinante sai em Ajustes › Assistente (“Usar as conversas para melhorar a Malva AI”). Nem a Malva Dash nem a Anthropic usam esses dados para treinar modelos: pelos termos comerciais da Anthropic, que valem para a chave do assinante e para a da Malva Dash, o que passa pela API não treina os modelos dela.
- Resend — Estados Unidos, com envio pela região sa-east-1 (São Paulo): e-mails do serviço (convites, redefinição de senha, avisos) e a caixa de suporte.
- Apple — Estados Unidos: distribuição do aplicativo para iPhone pela App Store e entrega das notificações ao iPhone (Apple Push Notification service). Para cada aviso, recebe o token do aparelho, o texto do aviso, o nome do som que ele toca (um dos sons do próprio aplicativo: o que você escolheu para aquele tipo de aviso) e identificadores internos que o aplicativo usa para abrir a tela certa. O texto traz dados do negócio do assinante — como o valor de uma venda e o nome do produto, do projeto, de uma campanha, de um conjunto, de um anúncio, de uma conta de anúncio ou de uma página, além do que você mesmo escrever no aviso de venda em Ajustes › Avisos — e, em alguns avisos, o primeiro nome do colega que fez a mudança; nunca o nome, o e-mail, o telefone ou o CPF de quem comprou, nem a forma de pagamento. O aviso aparece no iPhone conforme os ajustes de notificação do aparelho. Na Atividade ao Vivo que você liga no aplicativo, recebe o token dela e os números de hoje do projeto — o faturamento, as vendas aprovadas, o ROAS, a meta do dia e o valor da última venda —, também sem dado de quem comprou.
- Google (Firebase Cloud Messaging) — Estados Unidos e a rede global do Google: entrega das notificações ao Android. Para cada aviso, recebe o token de registro do aparelho, o mesmo texto que vai à Apple (com os mesmos dados do negócio do assinante e, em alguns avisos, o primeiro nome do colega que fez a mudança; nunca o nome, o e-mail, o telefone ou o CPF de quem comprou, nem a forma de pagamento), o canal e o nome do som que ele toca (um dos sons do próprio aplicativo: o que você escolheu para aquele tipo de aviso), o número de avisos não lidos e identificadores internos que o aplicativo usa para abrir a tela certa. O aviso aparece no Android conforme os ajustes de notificação do aparelho, e a tela bloqueada segura esconde o conteúdo dele.
Cada um desses fornecedores se compromete, por contrato, a dar aos dados proteção igual ou maior que a descrita nesta política.
Google Fonts — Estados Unidos: as fontes da página de um webinário, só quando o assinante escolhe uma fonte do Google na aparência dele: o navegador de quem abre a página pede a fonte aos servidores do Google, que recebem o endereço IP dessa pessoa e o endereço da página. Com a fonte do aparelho, que é o padrão, nada vai ao Google.
Além deles, a Malva Dash envia dados aos destinos que o próprio assinante configura — como o Pixel e a API de Conversões da Meta, as conversões enviadas ao Google Ads, o Google Analytics 4, os pixels e os postbacks do Taboola, do MGID e do Kwai, endereços de webhook e, nos Webinários, o checkout da oferta: quando a própria pessoa inscrita clica em comprar, o navegador dela abre o checkout com o nome, o e-mail, o telefone e as origens (UTMs) da inscrição, para o checkout que a Malva Dash reconhece ou que o assinante configurou, e o assinante pode desligar isso em cada webinário — sempre em nome dele e segundo as instruções dele. O envio de conversões ao MGID (o sensor nas páginas e o postback pelo servidor) é configurado à parte, como destino, e não usa a conexão de anúncios com o MGID; o mesmo vale para o Kwai (o Pixel nas páginas e a Events API pelo servidor), que não usa a conexão de anúncios com o Kwai Ads. Dados também podem ser entregues a autoridades quando a lei ou uma ordem judicial exigir.
Transferência internacional
Como parte dos fornecedores fica fora do Brasil (França, Estados Unidos e as redes globais da Cloudflare e do Google), há transferência internacional de dados. Ela se apoia no art. 33 da LGPD, antes de tudo na necessidade para executar o contrato com o assinante (inciso IX), e nas garantias contratuais de proteção de dados oferecidas por cada fornecedor. A França está na União Europeia, sob o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR). O mesmo vale para o que vai às plataformas de anúncio que o assinante conecta, como a Meta e o Google (Estados Unidos), o MGID e o Kwai Ads, sempre por instrução dele.
Quanto tempo guardamos e como excluímos
Guardamos os dados enquanto a conta e o espaço existirem. Para apagar:
- Excluir o espaço: apaga na hora tudo o que é dele — páginas, arquivos, Tracking, campanhas, conexões com a Meta, com o Google, com o MGID e com o Kwai Ads —; antes disso revoga na Meta os perfis conectados e, logo depois, retira no Google o acesso das contas Google conectadas, como em Desconectar uma conta Google (abaixo). O token do MGID é apagado como em Desconectar o MGID (abaixo), e a credencial do Kwai Ads, como em Desconectar o Kwai Ads (abaixo).
- Excluir a conta (no painel, em Ajustes › Perfil › Excluir conta, ou no aplicativo para iPhone ou para Android, em Ajustes › Excluir conta; pede a sua senha): apaga a conta e as sessões de todos os aparelhos, com os tokens de notificação. Os espaços em que você é a única pessoa vão junto, como acima; dos outros você sai, e o que criou neles continua com a equipe. Os perfis do Facebook que você conectou são desconectados de todos os espaços, e o acesso é revogado na Meta. Se você for a única pessoa dona de um espaço que tem outras pessoas, a exclusão espera: transfira a posse (ou exclua o espaço) antes. Se um espaço que iria junto estiver suspenso, fale com o suporte.
- Aparelhos com o aplicativo: o token de notificação fica enquanto a sessão daquele iPhone existir. Sai quando você sai da conta no aplicativo, quando o aparelho é desconectado em Ajustes › Segurança (no painel ou no aplicativo), quando a sessão vence ou é encerrada (pela troca da senha ou do e-mail, ou pela suspensão da conta) e quando a conta é excluída; se a Apple avisar que ele deixou de valer (por exemplo, quando o aplicativo é apagado), sai 30 dias depois. O registro de cada entrega — que aviso foi a que aparelho e quando, sem o texto — fica 30 dias. O token da Atividade ao Vivo sai quando ela termina — no fim do dia do projeto, em até 8 horas ou quando você a para —, quando a sessão daquele iPhone acaba e quando a Apple avisa que ele deixou de valer. No Android, o token de registro do Firebase Cloud Messaging segue as mesmas regras do token de notificação do iPhone: fica enquanto a sessão daquele aparelho existir e, se o Firebase avisar que ele deixou de valer, sai 30 dias depois.
- Desconectar e apagar um perfil do Facebook (na Malva Dash) ou pedir a exclusão dos dados à Malva Dash no Facebook: apaga na hora o token e os dados do perfil (nome, identificador, portfólios, páginas e permissões).
- Remover o app no Facebook (Integrações comerciais): revoga o acesso e apaga na hora o token. Os dados do perfil só saem com o pedido de exclusão, com o botão acima ou por e-mail.
- Desconectar uma conta Google (Tracking › Integrações › Google › Desconectar): apaga na hora a conexão — o token, o e-mail da conta Google e a lista das contas do Google Ads que ela alcançava — e retira o acesso da Malva Dash no próprio Google, a não ser que a mesma conta Google continue conectada à Malva Dash por outra conexão (em outro espaço, ou feita por outra pessoa), que não é derrubada. As contas de anúncio e os destinos ficam no espaço, sem conexão: as campanhas lidas por ela param de atualizar, e nada mais vai ao Google por ela.
- Desconectar o MGID (Tracking › Integrações › MGID › Desconectar): apaga na hora a conexão — o token da API, o Client ID, o Client API ID, o fuso, a moeda e o apelido. O MGID não deixa a Malva Dash revogar o token pela API: para que ele deixe de valer também no MGID, gere outro token no painel do MGID (Settings › API). As contas do MGID ficam no espaço, sem conexão: os números já lidos ficam, param de atualizar, e nada mais é lido nem mudado no MGID por ela.
- Desconectar o Kwai Ads (Tracking › Integrações › Kwai › Desconectar): apaga na hora a conexão — a credencial (a Secret Key, o refresh token e o token de acesso), o Client ID, o Corp ID ou o Agent ID, a lista das contas que ela alcançava e o apelido. O Kwai não deixa a Malva Dash revogar a credencial pela API: para encerrar a autorização também no Kwai, peça ao seu contato no Kwai. As contas do Kwai Ads ficam no espaço, sem conexão: os números já lidos ficam, param de atualizar, e nada mais é lido nem mudado no Kwai por ela.
- Quem conectou sai do espaço (ou exclui a conta): as conexões com o Google, com o MGID e com o Kwai Ads que a pessoa fez saem com ela, do mesmo jeito (o token do MGID e a credencial do Kwai Ads são apagados daqui; para invalidá-los lá, gere outro token no MGID e peça o cancelamento ao seu contato no Kwai).
- Retirar o acesso pelo Google: a pessoa também pode tirar a Malva Dash em myaccount.google.com/permissions. Na próxima vez que a Malva Dash tentar usar a conexão, o Google recusa: a conexão é marcada como caída, nada mais é chamado por ela e o espaço é avisado. A conexão, com o token que já não vale e o e-mail da conta Google, sai ao desconectar no painel ou ao excluir o espaço.
- Pedido por e-mail para privacidade@malvadash.com: atendido em até 30 dias.
- Origem de quem chega ao painel: sai junto com a conta, inclusive a que ficou guardada no pedido de conta. De quem nunca pediu uma conta, apagamos depois de 400 dias sem voltar ao painel (e os acessos de robôs, depois de 30 dias); de um pedido recusado, 400 dias depois da análise.
- Indicações: a ficha de quem indica (com a chave Pix), os cliques no link e as comissões a receber saem junto com a conta dela; quem foi indicado e exclui a conta deixa de aparecer como indicado, e a comissão que a assinatura dele rendeu fica, porque é um valor devido a outra pessoa.
- Página de pagamento: o e-mail e o celular de quem não concluiu o pagamento são apagados 30 dias depois da última visita à página; de quem assinou, passam a fazer parte da conta. A conta que nasce no pagamento e não é paga é apagada 15 minutos depois da última tentativa.
- Melhorias da Malva AI: de cada resposta mal avaliada, que disse não conseguir ou que falhou, guardamos só a classificação — o tipo do problema e, às vezes, uma pergunta de exemplo escrita pela máquina e conferida para não levar nada do espaço —, nunca o texto da pessoa. Ela fica por até 90 dias e sai na hora quando o espaço desliga “Usar as conversas para melhorar a Malva AI” (Ajustes › Assistente), quando a conversa é apagada ou quando o espaço é excluído.
- Cópias de segurança: o que foi apagado some delas em até 30 dias.
- Registros de acesso: guardados por pelo menos 6 meses, como exige o Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014, art. 15).
O que fica: gasto e campanhas ficam no espaço do assinante, porque são dados do negócio dele (o Cliente), e não do perfil que conectou. Isso inclui o gasto, as campanhas, as métricas e o histórico de alterações, com os nomes de quem tem acesso às contas e de quem alterou anúncios. Eles saem quando o espaço é excluído.
Os números do Google Ads: as contas, as campanhas, o gasto e as métricas lidos do Google ficam no espaço pelos mesmos prazos dos dados da Meta: enquanto o espaço existir. Saem na hora quando a conta de anúncio é removida do projeto (Tracking › Integrações › Contas de anúncio) ou quando o espaço é excluído. O registro de cada envio de conversão ao Google guarda o pedido enviado (com os dados do cliente em hash, o navegador e o IP da visita) por 14 dias, para diagnóstico; depois fica só que o envio aconteceu.
Os números do MGID: as contas, as campanhas, os teasers, o gasto e as métricas lidos do MGID ficam no espaço pelos mesmos prazos: enquanto o espaço existir. Desconectar o MGID apaga o token, não esses números; eles saem na hora quando a conta de anúncio é removida do projeto (Tracking › Integrações › Contas de anúncio) ou quando o espaço é excluído.
Os números do Kwai Ads: as contas, as campanhas, os conjuntos, os anúncios, o gasto e as métricas lidos do Kwai Ads ficam no espaço pelos mesmos prazos: enquanto o espaço existir. Desconectar o Kwai Ads apaga a credencial, não esses números; eles saem na hora quando a conta de anúncio é removida do projeto (Tracking › Integrações › Contas de anúncio) ou quando o espaço é excluído.
O passo a passo está em Exclusão de dados.
Seus direitos
A LGPD (art. 18) garante a você, titular dos dados:
- confirmar se tratamos dados seus e acessá-los;
- corrigir dados incompletos, inexatos ou desatualizados;
- pedir a anonimização, o bloqueio ou a eliminação de dados desnecessários, excessivos ou tratados em desconformidade com a lei;
- pedir a portabilidade dos dados a outro fornecedor;
- pedir a eliminação dos dados tratados com o seu consentimento;
- saber com quem compartilhamos seus dados;
- saber da possibilidade de não dar consentimento e do que acontece se não der, e revogar o consentimento;
- opor-se a um tratamento feito em desconformidade com a lei;
- reclamar à ANPD.
Para exercer qualquer um deles, escreva para privacidade@malvadash.com. Podemos pedir uma confirmação de identidade antes de atender, e respondemos em até 15 dias. Pedidos de exclusão são concluídos em até 30 dias. Se o pedido for sobre dados de uma página de um assinante (em que somos operadora), encaminhamos ao assinante e o ajudamos a atender.
Segurança dos dados
Toda conexão é cifrada (HTTPS). Senhas ficam só em hash; tokens e segredos de integrações, cifrados. Cada espaço é isolado dos outros, o acesso segue o papel de cada pessoa, e as ações ficam registradas. Se houver um incidente de segurança que possa trazer risco ou dano relevante, avisamos a ANPD e as pessoas afetadas, como manda o art. 48 da LGPD.
O aplicativo para iPhone e Android
O aplicativo da Malva Dash para iPhone e para Android (o mesmo aplicativo, na App Store e na Google Play) é outra porta para a mesma conta do painel: mostra os números, as campanhas, as vendas e os ajustes a quem já tem acesso, com as mesmas permissões. A conta não é criada pelo aplicativo.
- Notificações: o iOS pergunta se você permite as notificações da Malva Dash. Depois da sua resposta, a Apple dá ao aplicativo um token daquele iPhone, que guardamos junto da sessão com a resposta: se você permitiu, os avisos que você ligou chegam por ele; se negou, nada é enviado. No aplicativo, em Ajustes › Avisos, você liga ou desliga os avisos de cada espaço, escolhe os tipos, escreve como a venda aprovada chega e pode esconder os valores; nos Ajustes do iPhone (Notificações › Malva Dash), desliga todas as notificações. O aplicativo funciona do mesmo jeito sem elas.
- Notificações no Android: do Android 13 em diante, o sistema pergunta se você permite as notificações da Malva Dash (antes dele, elas já vêm permitidas). O Firebase Cloud Messaging, do Google, dá ao aplicativo um token de registro daquele aparelho, que guardamos junto da sessão com a resposta: se você permitiu, os avisos que você ligou chegam por ele; se negou, nada é enviado. As escolhas de Ajustes › Avisos valem igual; nos ajustes do Android (Configurações › Apps › Malva Dash › Notificações), cada tipo de aviso aparece com o som dele, e você desliga um a um ou todos. O aplicativo funciona do mesmo jeito sem elas.
- Atividade ao Vivo (só no iPhone): com um toque em “Acompanhar ao vivo”, o faturamento de hoje de um projeto aparece na Dynamic Island e na Tela Bloqueada, e o nosso servidor o atualiza pela Apple a cada venda aprovada até o fim do dia (o iPhone a limita a 8 horas). Com “Esconder valores na tela bloqueada” ligado em Ajustes › Avisos, o dinheiro aparece escondido nela também. Para parar, toque em “Parar de acompanhar” ou tire a Atividade da Tela Bloqueada; nos Ajustes do iPhone (Malva Dash › Atividades ao Vivo), você desliga todas.
- O que fica no aparelho: a sessão, no armazenamento seguro do iOS (no Android, no do Android); as suas escolhas de exibição, como o tema, o projeto, o período e as colunas; e a última Visão geral, a última tabela de Campanhas e a lista de projetos que você abriu, para o aplicativo ter o que mostrar sem internet. As vendas e os dados de compradores nunca ficam guardados no aparelho. Se você ligar o bloqueio por Face ID ou Touch ID (em Ajustes › Segurança; no Android, pela digital ou pelo rosto), quem confere o seu rosto ou a sua digital é o próprio sistema: a biometria fica no aparelho, o aplicativo só fica sabendo se deu certo e nada dela chega ao nosso servidor. Sair da conta apaga tudo isso.
- O que o aplicativo não faz: não usa o identificador de publicidade do iPhone nem o do Android, não acompanha você em apps e sites de outras empresas e não pede acesso às suas fotos, aos contatos, à localização, à câmera nem ao microfone.
- Para apagar: sair da conta no aplicativo apaga o token daquele aparelho e o que ficou guardado nele; excluir a conta (no aplicativo, em Ajustes › Excluir conta) apaga tudo, como em Quanto tempo guardamos e como excluímos.
Maiores de 18 anos
A Malva Dash é um serviço para empresas e profissionais maiores de 18 anos. Não coletamos de propósito dados de menores de idade; se soubermos que isso aconteceu, apagamos.
Relatar uma vulnerabilidade
Encontrou uma falha de segurança na Malva Dash? Escreva para seguranca@malvadash.com com a descrição do problema, os passos para reproduzir e o impacto que você enxerga. Se puder, mande também o endereço afetado e a data e a hora do teste.
Respondemos em até 5 dias úteis. Falha confirmada é tratada como prioridade imediata, e avisamos quem relatou quando a correção estiver no ar.
Pedimos que você não acesse, altere ou apague dados de outras pessoas além do mínimo necessário para demonstrar a falha, não degrade o serviço (sem teste de carga ou negação de serviço) e nos dê um prazo razoável para corrigir antes de divulgar. Contra quem age de boa-fé dentro dessas regras, não tomaremos medida judicial.
O mesmo contato está publicado, no formato padrão (RFC 9116), em /.well-known/security.txt.
Mudanças nesta política
A data da última atualização fica no topo desta página. Quando a mudança for relevante, avisamos quem usa o painel por e-mail ou no próprio painel antes de ela valer.
Contato
Team Eagles Ltda., Av. João Sacavem, 01, Sala 301, Centro, Navegantes/SC, CEP 88370-438. Dados pessoais: privacidade@malvadash.com. Segurança: seguranca@malvadash.com. Outros assuntos: contato@malvadash.com.